Contos
Rose e os camioneiros
28/07/2025
Ontem, ao anoitecer, eu estava anormalmente excitada e fui me preparar para uma noitada daquelas com o Peter. Tomei um banho gostoso, aproveitei para me acariciar mais um pouco e, mesmo embaixo do chuveiro, minha boceta insistia em ficar úmida de gozo. Em seguida, fiquei escolhendo algumas roupinhas bem provocantes e fiquei me olhando no espelho, o que só aumentou meu tesão. Pela minha cabeça só passavam pensamentos de como eu iria parecer mais puta ainda para o meu marido.
Não resistindo, peguei nossa malinha de vibradores e, deitada na minha cama, de frente para o espelho, lubrifiquei alguns deles e comecei a enfia-los lentamente, amaciando e alargando meus buraquinhos apertados. Usei primeiro os menores para abrir o caminho e fui aumentando até engolir facilmente um que é maior que o pau do Peter. Apesar de todos esses anos dando como uma louca, por alguma razão, ainda sou bem apertadinha, principalmente no meu cuzinho, que só consegue aguentar uma vara depois de bem lubrificado.
Claro que todo aquele entra e sai foi me transtornando, fazendo a tesão atingir um ponto insuportável, mas resisti para poder estar bem louquinha quando Peter chegasse. Imagine minha decepção quando o telefone tocou e era ele avisando que chegaria mais tarde que o normal, porque tinha que acompanhar alguns gringos de sua empresa num happy hour prolongado. Fiquei puta da vida e, mesmo nua, fui para a nossa sala me servir de uma generosa dose de whisky e assistir alguns vídeos caseiros que Peter havia gravado de nossas aventuras.

