Contos
Duplamente deflorada
27/05/2026
Meu nome é Ângela, tenho 1,62 m, e apesar da pouca altura tenho uma bunda bem avantajada e redonda, seios bem redondos e firmes e uma cintura bem fina. Bem essa estória aconteceu quando eu tinha 19 aninhos. Sempre fui fogosa e curiosa quanto ao sexo, gostava de me masturbar imaginando mil e uma situações e sempre gostei de chamar a atenção, principalmente de pedreiros em construção e coisas do tipo. Porém nunca pude colocar muito em prática. Meu pai sempre foi muito rígido e me manteve em rédeas curtas, sem me dar oportunidade de escapulir (acho que conhecia a filha que tinha... rsss).
Por conta disso cheguei aos 19 virgem, com apenas uma ou outra chupada rápida no seio, uma massagenzinha do namorado no grelo, não muito mais. O único lugar em que não havia como meu pai me marcar era no colégio. Lá havia um servente muito gostoso: um negão alto e forte, que cheirava a suor. Sei disso porque sempre procurava passar perto dele. Ele fingia que não me via, mas algumas vezes peguei ele olhando minha bunda (eu sempre fingia deixar cair o material, ou coisas desse tipo pra me insinuar para ele. Certa vez um professor faltou e tivemos as duas aulas finais vagas.
A turma resolveu se juntar e sair, mas eu não podia por causa do meu pai e resolvi ficar na escola e esperar na biblioteca até a hora dele me buscar. Quando passei em frente a um cômodo onde ficavam guardados alguns móveis velhos do colégio, material de limpeza e coisas assim, vi o Marcos (o nome do servente) lá dentro lavando o rosto na pia... que cena!! Aquele homem suado lavava o rosto, com a camisa aberta, o peito de fora, esfregava as mãos no rosto e descia peito abaixo. Não resisti e entrei no quartinho. Ele tomou um susto e me perguntou o que estava fazendo ali. Disse que queria ajudá-lo.

